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------De
todos os padres que conviveram com a comunidade de Divinolândia,
desde os tempos da fundação, nenhum deixou mais significativos
sinais da sua passagem por aqui do que o Padre Ladislau Rodrigues Pinto. ------Nascido no Ceará viu-se obrigado a deixar a terra natal muito cedo. Sua mãe fizera calorosa promessa de que ele seria padre e ergueria uma igreja. ------Bom filho, sem a disposição de contrariar a mãe, menino simples, Ladislau um dia ordenou-se padre e construiu uma igreja: a maravilhosa igreja matriz de nossa cidade. |
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------Chegou a Divinolândia em 1958 e assumiu por nomeação a igreja no mesmo ano. Foi padre exemplar, estimado por todos. Caridoso e simples, em pouco tempo granjeou a simpatia e admiração de todo o povoado. Nas ruas, em caminhada, tinha uma palavra dócil para cada um, um aperto de mãos, um olhar fraterno. ------Desprendido, calmo, concentrado, iria deparar em breve com uma situação muito embaraçosa: a construção da igreja matriz, que até hoje se ergue na praça de mesmo nome e que continua sendo um exemplar suntuoso de um dos mais belos estilos arquitetônicos da época. Na ocasião em que se deu início a campanha de arrecadação de fundos para a construção do templo, o povo já não mais confiava na administração dos recursos doados. Líderes anteriores perderam a confiança do povo simples e bom de Divinolândia. Nessa situação desfavorável, o Padre Ladislau encetou sua campanha. Diz-se que era tal a sua determinação, que percorria a cavalo as fazendas, na tentativa de convencer os agricultores a colaborar, promovia quermesses e leilões, que atraía o povo para perto de si. Conta-se que ele participou ativamente da construção do templo, e carregava nas mãos o material necessário, na companhia dos outros trabalhadores. ------A igreja foi inaugurada no dia 25 de dezembro de 1961. Em fevereiro de 1962 o Padre Ladislau deixou a paróquia e abandonou a batina. Deixara tudo porque a promessa da mãe estava cumprida.
eleito
prefeito com uma vantagem escorregadia de 09 votos, porque o seu adversário
Nelson Faustino, graças à sinceridade e à retidão
de caráter, era e continua sendo merecedor de grande estima de
nossa cidade. (Fonte: Livro "DIVINOLÂNDIA NOS CAMINHOS DO TEMPO" de Orlanda Grespan de Faria E Valter Lopes") |
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