Orlanda Maria Grespan de Faria
 
-----ORLANDA MARIA GRESPAN DE FARIA, nasceu no bairro Contendas, município de Divinolândia, Estado de São Paulo, no dia 16 de julho de 1951.
-----Filha de Victório Grespan e Francisca Ramires Grespan, casada com Benedito Osvaldo de Faria, mãe de dois filhos.

-----Cursou o ensino fundamental nas escolas Euclides da Cunha (1ª a 4ª série), município de Divinolândia, e fundamental (5ª a 8ª série) e ensino médio na escola Dr. Aldiel Cavalcanti Braga, no município de São José do Rio Pardo, cursando também o magistério no Colégio e Escola Normal “São José”, no município de Ribeirão Preto.
-----Com formação superior em História e Geografia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São
Jose do Rio Pardo e, em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Guaxupé, Minas Gerais.
-----Participou de exposições fotográficas e literárias (Literarte, 1ª Mostra de Literatura e Artes Plásticas da Justiça Federal de São João da Boa Vista em 2003, com a poesia “Divinolândia”), pesquisadora e escritora, lançou seu primeiro livro juntamente com o Prof. Valter Roberto Lopes em 1991, “Divinolândia nos Caminhos do Tempo”.

DIVINOLÂNDIA!

Orlanda Maria Grespan de Faria

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Quero falar de tua origem,
São raizes de tema virgem,
De onde erigiu um ranchinha...
Antes, Espírito Santo do Rio do Peixe,
Depois Pouso do Sapecado,
Onde tropeiros valentes, aqui pernoitavam.

Quero na voz do imigrante
Dizer que o ouro e diamante,
Arrancados de Minas Gerais,
Tem marcas de luta e de sangue,
Tem suor de homens corajosos.

Aos pés da Mantiqueira, tão bonita,
Divisa com Minas Gerais,
É caminho do progresso,
Do grande povo paulista,
Segue imponente sua formação.

Hoje Divinolândia!
Que acolheu tropeiro distante,
Na beleza do teu chão;
Com serra e floresta,
A terra do divino,
Abençoa este chão.

Graças a Antônio Thomas de Andrade,
E dona Maria Leopoldina da Costa,
A nossa igreja matriz,
Com toda sua beleza,
É testemunha de fé.
Bem no centro da cidade;
Antes de pau a pique,
Tinha um chafariz à frente,
Onde jorrava água cristalina.

O tempo passou de repente;
Já se foram 158 anos de sua formação
Portanto, o progresso abriu espaço.
Para que alguém viesse e lutasse,
Na riqueza do teu chão.

Percorrendo a sua história,
Olho e vejo o progresso,
O alvará da freguesia
Assinado por Dom Sebastião
Da paróquia à criação,
Do Divino Espírito Santo,
Padroeira da cidade,
Seu povo pede proteção.

   

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